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Iguatemi,16/07/2024

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Com voto de Teresa Cristina, CCJ aprova projeto que regulamenta cassinos, bingos e jogo do bicho no Brasil

Proposta teve 14 votos favoráveis e 12 contrários

Geraldo Magela/Agência Senado)
Com voto de Teresa Cristina, CCJ aprova projeto que regulamenta cassinos, bingos e jogo do bicho no Brasil

Com voto favorável da senadora Tereza Cristina (PP), a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (19), com 14 votos positivos à pauta e 12 contrários, proposta que regulamenta cassinos, bingos e jogo do bicho no Brasil.

O texto ainda deve passar pelo plenário do Senado, e estabelece regras para a exploração e mecanismos de fiscalização e controle dos jogos. A proposta cria, também, tributação das casas de apostas e de prêmios, além de uma série de direitos às apostas.

A proposta aprovada pela CCJ autoriza a prática e a exploração no Brasil de: jogos de cassino; jogos de bingo; jogos de videobingo; jogos online; jogo do bicho; apostas em corridas de cavalos (turfe).

Para o relator, senador Irajá (PSD-TO), países que “regulamentaram com responsabilidade”, tiveram crescimento social e econômico, e que os investimentos a partir da aprovação do projeto podem chegar a R$ 100 bilhões, com a geração de cerca de 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos. A arrecadação potencial por ano, conforme a análise apresentada por ele, seria de R$ 22 bilhões, divididos entre os estados, os municípios e a União.

“Não podemos mais perder essa grande oportunidade que outros países concorrentes já entenderam e enxergaram de gerar emprego, renda e impostos, que serão evidentemente revertidos em benefícios ao povo brasileiro nas áreas mais essenciais, como a saúde, educação, social e infraestrutura”, pontuou.

Irajá considerou, ainda, que os vários tipos de jogos atualmente considerados ilegais teriam movimentado algo entre R$ 14,3 bilhões e R$ 31,5 bilhões em 2023. A estimativa considerou como base dados do ano de 2014 com a atualização da inflação.

A proposta põe fim a uma proibição, prevista numa lei de 1946, à exploração de jogos de azar em todo o território nacional. Além disso, revoga trechos da Lei de Contravenções Penais, que estabelece punições para as práticas.

O projeto detalha que ficará sob responsabilidade do Ministério da Fazenda definir os processos de licenciamento, fiscalização e autorização de exploração. O governo também poderá criar uma agência reguladora.

Dentre as regras, será estabelecido que apenas pessoas maiores de 18 sejam autorizadas a jogar. A proibição também englobará jogadores que se declararem ludopatas (pessoas diagnosticadas com compulsão por jogos de azar) ou forem interditados judicialmente.




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